sábado, 31 de janeiro de 2015

Janeiro 15

O único livro lido foi Horror em Amityville...  livro que peguei na indicação do canal Ler Vicia, e tive que comprar em sebo pelo Estante Virtual. Realmente valeu a pena, mas quem disse que eu conseguia dormir depois? hehe

Em compensação, assisti muitos filmes, a maioria indicados ao Oscar para já ir entrando no clima de torcida:

- Whiplash - Sobre perfeccionismo e resistência... Excelente.
- A Teoria de tudo - Até me interessei por cosmologia e me levou a começar a ler o Uma breve história de quase tudo. Linda história... mais emocionante por ser real.
- Leviathan - Me atraiu por ter vencido o Festival de Cannes e Globo de Ouro... Muito bom,mas um pouco cansativo.
- Ouija -  Sem comentários... prefiro os trashes de antigamente.
- Vocês, os vivos (de 2007) - Um filme inteiro em câmera estática... diferente,  sai do lugar comum. E por isso adorei. 
- Birdman - Justamente o contrário do Vocês, os vivos. O filme inteiro parece ter sido filmado numa tomada só. Dinâmico, crítico. incrível! Meu favorito nos indicados ao Oscar. 
- O Juiz - Clichê, sem grandes diferenciais, mas bonzinho pra uma sessão da tarde.
- Livre - Gostei da atuação da Reese Whiterspoon e mais ainda da Laura Dern, mas esperava mais do roteiro, fotografia, enredo... tinha tudo pra ser mais profundo. Deixou a desejar.
- Alabama Monroe (de 2013) - Sem dúvidas, um dos melhores filmes que já assisti na vida!!! Um filme belga, impecável na trilha sonora, no roteiro, nas atuações... dramático, apaixonante, singelo e intenso... Esse filme misturou tantas emoções, mexeu tanto comigo que chorei praticamente o filme inteiro! Altamente recomendado!

Não poderia deixar de citar também a série que me cativou esse mês: Under the Dome... viciante!

Na música, minha descoberta apaixonante do mês foi a cantora norueguesa Kari Rueslatten. Recomendo para quem gosta de música calma e doce.
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terça-feira, 13 de janeiro de 2015

2015 - O Início

Não me lembro de ter feito resoluções no início de 2014, mas se fiz, foi um fracasso. Aliás, foi um ano em que eu não faço questão de guardar quase nada de memórias, fora as viagens e experiências culturais. E como começar 2015 com inspiração abaixo de zero?

A primeira coisa que penso ser o melhor é simplesmente não ter expectativa alguma, não buscar nada que seja externo. Apenas focar em mim mesma. Na minha saúde a cuidar, nas coisas que quero aprender, fazer e reconstruir.

Vai ser ano de reavaliar muitos conceitos e priorizar mais o bem estar físico e emocional. Um dos piores erros dos meus últimos anos foi deixar que a vida virtual tomasse uma dimensão muito maior do que merecia no meu cotidiano. Muita perda de tempo. 
Fazer, criar, estar no PRESENTE... talvez devam mesmo ser as palavras de ordem desse ano.

quinta-feira, 8 de janeiro de 2015

Dezembro 14

Depois de ter uma grave crise de ressaca literária (não consegui passar de algumas páginas do Dr. Sono!), me dei umas pequenas férias... Massss...Acho que mereço, afinal foram 53 livros lidos esse ano.

No cinema, o melhor filme que assistir foi... não... nem meu amado Hobbit mereceu o posto de melhor do mês. Gostei muito do Abutre mas fora a atuação do Jake ever perfect Gyleenhaal, nada me surpreendeu muito.Os melhores foram os filmes que assisti em casa mesmo, como As Horas, baseado no Miss Dalloway da Virginia Woolf, Ainda Alice, Diários de Motocicleta (maravilhoso!) e o top dos tops O Lobo Atrás da Porta... nacional e excelente!

Musicalmente, minha agradável descoberta pelo Spotify foi o viciante The Dø (se pronuncia The Djou). E não é todo dia q sua filhinha te acha a mãe mais legal e louca do mundo, imitando a cantora no vídeo e acaba pirando junto...

Sem exposições ou viagens, posso dizer que Dezembro foi o mês da preguiça. zzzzzzzzz....


Eu lia. Antes da internet.

Aprendi a ler muito cedo e essa foi a minha salvação durante a infância. Televisão? só na casa dos outros, na minha não tinha...  Enquanto o...